8 EPIs para construção civil que são indispensáveis

Conheça os 8 EPIs essenciais na construção civil. Saiba tudo sobre esses equipamentos indispensáveis! 

EPIs é a sigla para Equipamentos de Proteção Individual. Eles são essenciais para a construção civil, já que os colaboradores ficam expostos a riscos a todo momento. Então, os engenheiros e gestores do trabalho precisam ter o controle sobre a distribuição e o uso correto desses materiais. 

Também é fundamental prezar pelo armazenamento e pela conservação desses equipamentos de segurança, além de fazer o treinamento para todos os funcionários em relação à importância da sua utilização correta. 

Afinal, existem diversos perigos dentro do universo da construção civil, como: 

  • quedas em desníveis;
  • descargas e choques elétricos;
  • esmagamentos e mutilações;
  • problemas auditivos;
  • cortes e perfurações;
  • alergias e problemas respiratórios;
  • manipulação de máquinas e equipamentos sem a devida proteção;
  • entre muitos outros! 

Por isso, existem muitas normas que buscam garantir o seu uso! E é essencial conhecer os benefícios e conscientizar os profissionais do setor em relação à sua indispensabilidade para garantir a segurança, saúde e bem-estar no ambiente de trabalho da construção civil. 

Os 8 principais EPIs para construção civil

Certamente, existem vários EPIs presentes na construção civil e usá-los da maneira adequada é muito importante para a segurança de todos, conheça a seguir oito dos principais: 

  1. Equipamentos para proteção de cabeça;
  2. Proteção ocular e facial;
  3. Proteção respiratória;
  4. Proteção auricular;
  5. Luvas;
  6. Calçados de segurança;
  7. Cintos de segurança e dispositivos antiqueda;
  8. Vestimentas de proteção. 

Então agora que você sabe quais são, vamos entender melhor cada um deles e como eles funcionam na rotina da obra: 

1. Equipamentos para proteção de cabeça

Os capacetes de proteção são fundamentais na prevenção de lesões cranianas! A resistência aos impactos é uma característica essencial, tornando-os indispensáveis para o uso diário na construção.

Existem alguns tipos de capacetes de segurança: 

  • Com aba total (tipo I): Recomenda-se para trabalhos em ambientes externos, porque devido à sua aba é possível reduzir a potência da luz que atinge a região dos olhos, além de proteger contra intempéries naturais;
  • Com aba frontal (tipo II): Tem o foco na região do rosto, protegendo a visão do seu usuário de maneira eficiente. É usado por vários setores industriais, inclusive por distribuidoras de energia elétrica;
  • Sem aba (tipo III): A sua principal característica é a ausência total da extensão que contorna o perímetro do crânio. Além disso, normalmente, vem equipado com jugular de quatro pontos. Indica-se para várias funções sendo obrigatório para as atividades em espaços confinados ou alturas. 

2. Proteção ocular e facial

Os óculos de proteção servem para proteger os olhos do colaborador durante a execução de atividades nocivas à visão. Entre os riscos de não utilizar podemos citar, por exemplo: perfuração de córnea decorrente de projeção de partículas, cegueira causada por respingos de produtos químicos, conjuntivite aguda provocada pela luminosidade intensa, entre muitos outros. 

Além dos óculos de proteção também existem outros equipamentos, como as viseiras usadas para proteger o rosto e os olhos. 

3. Proteção respiratória

Praticamente todas as construções contam com o preparo de argamassa. Durante esse processo, as partículas de cimento são inaladas pelo colaborador, podendo prejudicar  o seu sistema respiratório. Para reduzir ou evitar esses danos, é recomendado a utilização de máscaras ou respiradores. 

Existem alguns modelos disponíveis: 

  • Descartáveis: de uso único;
  • De manutenção: podem ser utilizadas mais vezes devido à possibilidade de substituir o cartucho;
  • Autônomos (facial total): protegem todo o rosto e são recomendados para ambientes com alto nível de exposição à substância e produtos contaminantes. 

4. Proteção Auricular

Como as construções envolvem trabalhos com equipamentos que muitas vezes produzem ruídos elevados, acima de 85 dB, a NR 15 estabelece a utilização obrigatória de protetores auriculares para preservar o sistema auditivo dos colaboradores. 

Além disso, quando não utilizamos esses equipamentos, possíveis elementos danosos nos afetam, tais como aumento de irritabilidade e estresse, distúrbios neurais, pressão arterial elevada, problemas cardiovasculares e danos irreversíveis no tímpano, que podem levar à surdez.

5. Luvas

As pessoas usam luvas de segurança para manusear equipamentos e ferramentas de forma segura e evitar lesões. Ou seja, entre os riscos de não utilizá-las da maneira certa podemos destacar: perfurações e abrasões, choques elétricos, materiais cortantes, agentes químicos corrosivos, entre outros.

6. Calçados de segurança

As pessoas usam calçados de segurança para proporcionar maior aderência e conforto aos pés, além de protegê-los contra vários riscos e situações durante as tarefas. Além disso, entre os possíveis impactos provenientes da sua não utilização correta, podemos citar: cortes, choques elétricos, quedas de materiais sobre os pés, umidade, perfuração, etc. 

7. Cintos de segurança e dispositivos antiqueda

O cinto é um EPIS para a construção civil indicado para os colaboradores que trabalham em altura e, segundo a NR 35, é considerado obrigatório para alturas maiores que 2 metros do piso, como em atividades com escadas, andaimes e plataformas suspensas. 

Entre os riscos da não utilização desse equipamento, podemos destacar: risco de morte decorrente de queda, lesões irreversíveis causadas por impacto e choques com outros objetos e/ ou estruturas.  

Além disso, existem outros dispositivos antiqueda que precisam ser usados quando o colaborador está trabalhando em alguma tarefa em grandes alturas, como a corda de proteção, talabarte de posicionamento e restrição, que é utilizado para limitar o movimento, o mantendo posicionado de maneira segura e o talabarte de absorção de energia, que tem como intuito absorver a energia gerada em uma queda, diminuindo o impacto no corpo do trabalhador.  

8. Vestimentas de proteção 

Existem também vestimentas específicas de proteção contra agentes químicos, térmicos e físicos, que ajudam a manter o colaborador a salvo durante a realização das tarefas. Essas roupas vão evitar que o corpo entre em contato com produtos perigosos e garantir a integridade e bem-estar. 

Não acaba por aí!

Além de usar os EPIs para garantir a segurança do colaborador no ambiente de trabalho, também é fundamental promover treinamentos e conscientização sobre a importância da utilização correta desses equipamentos e do respeito com as normas e diretrizes de segurança. 

Afinal, é primordial conscientizá-los em relação aos riscos e a responsabilidade de cada um sobre a segurança de todos!
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